De Sua Formosura

De Sua Formosura 歌词

年份1966
流派Mpb
时长23:11
原文语言葡萄牙语
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De sua formosura deixai-me que diga: é belo como o coqueiro que vence a areia marinha. Belo como a última onda que o fim do mar sempre adia. É tão belo como um sim numa sala negativa. De sua formosura deixai-me que diga: é tão belo como um sim numa sala negativa. Belo porque é uma porta abrindo-se em mais saídas. Belo como a coisa nova na prateleira [até então] vazia.* De sua formosura deixai-me que diga: Belo como a coisa nova na prateleira [até então] vazia. * Como qualquer coisa nova inaugurando o seu dia. Ou como o caderno novo quando a gente o principia. De sua formosura deixai-me que diga: é belo como o coqueiro que vence a areia marinha. Belo como a última onda que o fim do mar sempre adia. É tão belo como um sim numa sala negativa. Belo porque é uma porta abrindo-se em mais saídas. Belo como a coisa nova na prateleira [até então] vazia. * De sua formosura deixai-me que diga: Belo como a coisa nova na prateleira [até então] vazia. * Como qualquer coisa nova inaugurando o seu dia. Ou como o caderno novo quando a gente o principia. * No poema "Morte e vida severina" de João Cabral de Melo Neto consta "(...) Belo como coisa nova/ na prateleira até então vazia". Na música, Chico Buarque adapta o verso para "(...) Belo como coisa nova/ na prateleira vazia".