گیت کے بول کے نقاط
PTاصل بول
ترجمہ ابھی دستیاب نہیں۔ اصل بول دکھائے جا رہے ہیں۔
Sangue, vida, corpo humano
Uso essa desculpa pra me salvar dos meus atos desumanos, hum
E eu me ajeito nos escombros
Eu canto umas canções e tento inventar algo bom de vez em quando
Eu me esforço tanto
E sabe, ultimamente tenho me lembrado
Do muro, da aparência, os vizinhos do lado
Flores e palmeiras, brigas corriqueiras
Mas, apesar de alguns pesares
Como era bom meus pais sorrindo juntos na longa viagem
E se me dá saudade
E no primeiro amor chegou a intensidade
Vai seguir nessa canção
É do meu coração, não vou fingir que não
Aos 15, beijei à primeira vez
E morri de paixão
Se tudo era metade, mesmo sendo inteira
Descobrir o prazer e a beleza
Deixar se machucar pela primeira vez
Tentar se desgrudar mesmo sem saber o que é, ir onde está
Querendo se encaixar em algum lugar
Tentando acertar pela primeira vez
A quanto a intensidade a gente prova na adolescência
Muito instinto e pouca consciência
Provando o mundo à primeira vez, hum
Eu escuto, ele bate na porta
Diferente das outras histórias
O terror mais real é agora
Eu já guardo algumas memórias
Já não me sinto mais o tal
Já não vejo nós como um casal
Faculdade me soa banal
Tudo parece um caos
Não me encaixo em terno e gravata
E agora tô longe de casa
Da terra vermelha e molhada
Natureza, banho de cascata
Meu Deus, que cidade grande
Com certeza tenho uma chance
Que chique a escada rolante
Mas o sonho ainda tá distante, hum
Mas o sonho me parece distante
Pelo menos o amor parece certo (uh)
Me sinto tão melhor com ele perto
Se algo der errado, eu conserto (uh)
Com todo o corpo e alma, eu me entrego
E sabe, o agora é pra sempre
Nada vai atrapalhar o que a gente sente
Difícil aguentar com tanta gente
Também tenho te sentido tão ausente
E foi o segundo fim dos meus pra sempres
Eu me senti sozinha novamente
Você tava lá, e eu tava tão carente
Lá fui eu tentar enfrentar tudo de frente
Me dei por vencida
Logo perdi a briga
É óbvio que eu não sabia
Nada de mim
Nunca olhei pra mim
Minhas almas feridas, dores assistidas
Mente de uma menina pensava
Pra que ser assim?
Tudo é tão ruim
Eu tava perdida, não me caiu a ficha
Que meu sonho tinha chegado, enfim
Chegou, enfim
Chegou, enfim
Chegou pra mim
E eu sou grata por cantar desde criança
Aprender e trabalhar naquela banda
Tive sorte também, tive esperança
E hoje em dia vejo o lado bom de todas as lembranças
De todas as lembranças
E foi num dia de chuva de manhã
Que me afundei num cobertor de lã
E mesmo me sentindo a vilã
Me perdi e não mudei o amanhã
E eu falei: Luísa, cresça ou então desapareça
Onde eu tava com a cabeça?
Me dopei com o que podia
Me vi debruçar da mesa
Já não era mais a mesma
Mas no meu pior momento, eu não tava sozinha
Tive alguns amigos, tive minhas amadas cachorrinhas
E até amores que eu cultivei um dia
Eles foram me tirando
De toda essa folia
De toda essa folia
E aí me fui de novo
E me joguei no povo
Esqueci dos sufocos
Sofri, mas veio o troco
E eu fui voltando aos poucos
Sim, namorei de novo
Ok, tenho uns pregos soltos
Mas voltei pra mim
Eu de novo, enfim
E essa é a história dos meus 20 e poucos anos
Não sou nada mais do que esse pobre ser humano
E eu sei, essa é desculpa que de novo eu tô usando
Mas, enfim, é isso mesmo, eu me cuido e passo pano
E chega de ficar me desculpando
E hoje é por mim que eu canto
Por mim que eu canto






