A Feiticeira

A Feiticeira کے بول

اصل زبانپرتگالی
مناظر5
گیت کے بول کے نقاط

اصل بول

PT
ترجمہ ابھی دستیاب نہیں۔ اصل بول دکھائے جا رہے ہیں۔
18
Eu surjo entre os troncos, onde a névoa respira Eu surjo entre os troncos, onde a névoa respira Com o saber das eras que nunca expira Minha pele é marcada com runas do tempo Minha alma é o eco do sagrado fundamento Piso na terra e ela me sente chegar O vento sussurra pra me saudar Carrego o fogo em meu olhar ancestral Sou a guardiã do ciclo elemental Eu falo com a água, e ela dança pra mim Ordeno trovões com meu canto sem fim Minhas mãos moldam o ar em espirais E os segredos da floresta me seguem leais Me chamam de bruxa, de maga, de guia Mas sou a voz viva da antiga harmonia Do meu ventre nasce a vibração sagrada Minha presença é a energia enraizada Não peço licença, eu desperto o poder! Não imploro, eu comando o saber! O tempo me conhece, a história me teme Eu sou a Feiticeira, que ninguém detém! Sou eu, a que convoca os raios da criação! Sou eu, que tece os véus da transformação! Sou eu, a que canta com a voz do trovão! Sou eu, a que guia os passos da evolução! Minhas palavras são lâminas que cortam o tecido da ilusão Faço da floresta meu lar, minha lâmina, minha invocação Quando o tambor da terra vibra, minha alma se expande e floresce E no espelho da Lua, minha verdade brilha e nunca se esquece No círculo de pedra eu giro as chamas Minhas palavras inflamam o que o mundo chama Com folhas e cinzas eu crio a visão Rasgo o véu com minha invocação Minha alma é ponte entre o céu e a raiz Meus ossos vibram com o que nunca se diz Do barro ao cosmos, tudo me ouve Pois sou a feiticeira que tudo move Eu sou a memória do que foi esquecido O pulso do mundo, o sussurro infinito Faço do silêncio meu canto mais forte E da morte, apenas uma outra sorte Cada elemento dança ao meu sinal Pois conheço os nomes do verbo original Entre as estrelas ou sob o cipó Sou a chama viva do que nunca será pó Não peço licença, eu desperto o poder! Não imploro, eu comando o saber! O tempo me conhece, a história me teme Eu sou a Feiticeira, que ninguém detém! Sou eu, a que convoca os raios da criação! Sou eu, que tece os véus da transformação! Sou eu, a que canta com a voz do trovão! Sou eu, a que guia os passos da evolução! Minhas palavras são lâminas que cortam o tecido da ilusão Faço da floresta meu lar, minha lâmina, minha invocação Quando o tambor da terra vibra, minha alma se expande e floresce E no espelho da Lua, minha verdade brilha e nunca se esquece