Samba-Enredo 2025 - Irin Ajó Emi Ojisé - A Viagem do Espírito Mensageiro

Текст песни Samba-Enredo 2025 - Irin Ajó Emi Ojisé - A Viagem do Espírito Mensageiro

ЖанрSamba Enredo
Язык оригиналаПортугальский
Просмотры54.1K
Координаты текста

Оригинальный текст

PT
Перевод пока недоступен. Показан оригинальный текст.
18
Me fiz Emi caminheiro Fiel mensageiro Orunmilá eu sou Chamei o senhor do itinerário E vesti meu ideário Na poeira, se alastrou Logo eu, que forjei o amanhã Na floresta de Nanã, mascarado a dançar Assentei meu saber na sua fé No ayê de Gueledé No feitiço de Iyá Eu segui essa banda É alafi, sambará Maleme-ê, ô, maleme-á Eu segui essa banda É alafi, sambará Maleme-ê, ô, maleme-á Quando Alafin bradou a justiça de Oyó Alujá roncou axé, no inimigo deu um nó No palácio de Xangô, Egungun rodopiou Ebomim girou a saia, ayeye de yaô Quando Alafin bradou a justiça de Oyó Alujá roncou axé, no inimigo deu um nó No palácio de Xangô, Egungun rodopiou Ebomim girou a saia, ayeye de yaô Nas aldeias de marfim, os sagrados rituais Pelos nossos ancestrais, uma África em fúria Um produto no mercado, o destino separado Mas a lágrima de dor se transforma em bravura Aos nosso filhos, herdeiros de Luanda De Angola e Matamba, chama de Aluvaiá Sou a revolta que não teme a demanda Liberdade em Aruanda é palavra deferida Levo o axé dos meus ensinamentos Pro futuro que se preza Hoje a profecia é cumprida Irin Ajó Emi Ojisé, Odara Irin Ajó Emi Ojisé, ewá Meu Gavião vai ao encontro do Orun Que, na casa de Ogum, é tempo de alafiar Irin Ajó Emi Ojisé, Odara Irin Ajó Emi Ojisé, ewá Meu Gavião vai ao encontro do Orun Que, na casa de Ogum, é tempo de alafiar Me fiz Emi caminheiro Fiel mensageiro Orunmilá eu sou Chamei o senhor do itinerário E vesti meu ideário Na poeira, se alastrou Logo eu, que forjei o amanhã Na floresta de Nanã, mascarado a dançar Assentei meu saber na sua fé No ayê de Gueledé No feitiço de Iyá Eu segui essa banda É alafi, sambará Maleme-ê, ô, maleme-á Eu segui essa banda É alafi, sambará Maleme-ê, ô, maleme-á Quando Alafin bradou a justiça de Oyó Alujá roncou axé, no inimigo deu um nó No palácio de Xangô, Egungun rodopiou Ebomim girou a saia, ayeye de yaô Quando Alafin bradou a justiça de Oyó Alujá roncou axé, no inimigo deu um nó No palácio de Xangô, Egungun rodopiou Ebomim girou a saia, ayeye de yaô Nas aldeias de marfim, os sagrados rituais Pelos nossos ancestrais, uma África em fúria Um produto no mercado, o destino separado Mas a lágrima de dor se transforma em bravura Aos nosso filhos, herdeiros de Luanda De Angola e Matamba, chama de Aluvaiá Sou a revolta que não teme a demanda Liberdade em Aruanda é palavra deferida Levo o axé dos meus ensinamentos Pro futuro que se preza Hoje a profecia é cumprida Irin Ajó Emi Ojisé, Odara Irin Ajó Emi Ojisé, ewá Meu Gavião vai ao encontro do Orun Que, na casa de Ogum, é tempo de alafiar Irin Ajó Emi Ojisé, Odara Irin Ajó Emi Ojisé, ewá Meu Gavião vai ao encontro do Orun Que, na casa de Ogum, é tempo de alafiar