Cantiga de Amigo (part. Vital Faria, Geraldo Azevedo e Elomar)

Letra de Cantiga de Amigo (part. Vital Faria, Geraldo Azevedo e Elomar)

GêneroRegional
Idioma originalPortuguês
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Letra original

PT
18
Lá na casa dos carneiros, onde os violeiros Vão cantar louvando você Em cantigas de amigo, cantando comigo Somente porque, você é Minha amiga mulher Lua nova do céu que já não me quer Dezessete é minha conta Minha amiga conta Uma coisa linda pra mim Conta os fios dos seus cabelos Sonhos e anelos Conta-me se o amor não tem fim Madre amiga é ruim Me mentiu jurando amor que não tem fim Lá na casa dos carneiros, sete candeeiros Iluminam a sala de amor Sete violas em clamores, sete cantadores São sete tiranas de amor, para amiga em flor Que partiu e até hoje não voltou Dezessete é minha conta Vem amiga e conta Uma coisa linda pra mim Pois na casa dos carneiros, violas e violeiros Só vivem clamando assim Madre amiga é ruim Me mentiu jurando amor que não tem fim Lá na casa dos carneiros, onde os violeiros Vão cantar louvando você Em cantigas de amigo, cantando comigo Somente porque, você é Minha amiga mulher Lua nova do céu que já não me quer Dezessete é minha conta Minha amiga conta Uma coisa linda pra mim Conta os fios dos seus cabelos Sonhos e anelos Conta-me se o amor não tem fim Madre amiga é ruim Me mentiu jurando amor que não tem fim