Trem da Consciência

Letra de Trem da Consciência

Ano1982
GêneroMpb
Idioma originalPortuguês
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Coordenadas da letra

Letra original

PT
18
Não espere que eu fale só de estrelas Ou do vinho feliz que eu não tomei Porque fora de mim não levo além da sombra Uma camisa velha E dentro do peito um balde de canções Uma gota de amor no útero de uma abelha Não repare se eu não frequento clube Dos que sugam sangue das ovelhas O amargo mel dessa colmeia É que eu já vivo Tão pimenta tão petróleo Que se você acende os olhos Ah me incendeia É que eu já vivo tão pimenta tão petróleo Que se você acende os olhos Me encendeia Hoje em dia pra gente amar de vera É preciso ser quase um alquimista Ou talvez um maquinista do trem da consciência Pra te amar com tanta calma E com tanta violência Que a tua alma fique toda ensanguentada de vivência Que a tua alma fique toda ensanguentada de vivência