Ciranda

Letra de Ciranda

Ano2025
GêneroMpb
Idioma originalPortuguês
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Coordenadas da letra

Letra original

PT
18
Sigo sonhando Minha sorte no meio do povo Sou eu quem segura, sorrindo de novo Não vou mais sofrer, vou me levantar Rica de fibra Mas dura e oca por dentro A boca mordida, olhos espremendo Franzina, fodida, severina Vendo minha água Que a sede é pior que a fome Porque onde come um, outros também comem Minha mãe de idade, neném pra cuidar Quantas misérias já vi Quanto sofrimento Com a graça de Deus tô bem no momento Com muita saúde, não vou reclamar Vendo água Que a sede é pior que a fome Porque onde come um Outros também comem Dizem que lá com cento e cinquenta euros Você faz a compra de um mês inteiro Dizem que a mulher lá pode sair Que o corpo é dela e ninguém vai bulir Dizem que lá com cento e cinquenta euros Você faz a compra de um mês inteiro Dizem que a mulher lá pode sair Que o corpo é dela e ninguém vai bulir Sigo sonhando minha sorte no meio do povo Sou eu quem segura, sorrindo de novo Não vou mais sofrer, vou me levantar Rica de fibra Mas dura e oca por dentro A boca mordida, olhos espremendo Franzina, fodida, severina Vendo água Que a sede, é pior que a fome Porque onde come um Outros também comem Dizem que lá com cento e cinquenta euros Você faz a compra de um mês inteiro Dizem que a mulher lá pode sair Que o corpo é dela, e ninguém vai bulir Dizem que lá com cento e cinquenta euros Você faz a compra de um mês inteiro Dizem que a mulher lá pode sair Que o corpo é dela, e ninguém vai bulir La, la, la la, la, la la La, la, la la, la, la la La, la, la la, la, la la