Cerne e Pedra de Taipa

Letra de Cerne e Pedra de Taipa

Ano2010
GêneroNativista
Duração2:49
Idioma originalPortuguês
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Coordenadas da letra

Letra original

PT
18
Eu venho destas estâncias Dos mangueirões campo a fora Quando se ergueram as estâncias Que são taperas na história E fiz à ponta da lança O que o Rio Grande é agora Já me deixaram de fora Do risco de Tordesilhas Quando as distâncias de outrora Eram cortadas à quilhas Mas me forjei campo a fora E arrebentei as presilhas Passei por tantas peleias Que nunca foram descritas Nas reduções, nas aldeias Por essa pampa infinita Por isso, trago nas veias O que morre e ressuscita Sou feito dessa mistura De cerne e pedra de taipa A legenda que perdura Da Odisseia farrapa Pois eu mantive a figura Do Rio Grande no mapa Pois eu mantive a figura Do Rio Grande no mapa Passei por tantas peleias Que nunca foram descritas Nas reduções, nas aldeias Por essa pampa infinita Por isso, trago nas veias O que morre e ressuscita