Valsa do Meu Subúrbio

Letra de Valsa do Meu Subúrbio

Ano1953
GêneroSamba
Duração2:47
Idioma originalPortuguês
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Coordenadas da letra

Letra original

PT
18
Valsa triste, velha valsa Das serestas nas noites de Lua Ainda hoje tu emprestas Teu lamento aos cantores da rua Velha valsa, minha amiga Tão boêmia quanto o teu cantor Valsa triste, tu me obrigas A contar uma história de amor Quem não viu num subúrbio distante Numa valsa um cantor soluçar A pedir, a implorar, suplicante A esmola de um beijo, um olhar Eis que surge, medrosa, à janela A donzela, a razão dos seus ais Ele então pede a ela Que esta valsa, não esqueça, jamais Velha valsa, minha amiga Tão boêmia quanto o teu cantor Valsa triste, tu me obrigas A contar uma história de amor