A Fantástica Fábrica de Submissões e a Ampulheta dos Aloprados

Letra de A Fantástica Fábrica de Submissões e a Ampulheta dos Aloprados

Idioma originalPortuguês
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PT
18
Nem aqueles Tijolos emocionais Arremessados Com força total Em alta velocidade Despertaram Os gritos Um silêncio Pesadíssimo Se mantinha Calado, mudo E emudecido Paralisado Por assim dizer Nem mesmo As cercas morais Que avançavam Em plena luz do dia Expulsando nossa Honestidade mais Sincera, para As longínquas Ilhas da periferia Serviram Para impulsionar Os surtos Coletivos Enquanto um Tresloucado Aleatório, saía Para passear Com teus transtornos Sabíamos no fundo Que os enclausurados Por tuas sandices Eram os menores Perigos, deste Vasto sanatório A céu aberto As insanidades Se resumiam Quase sempre A alguns resquícios Pífios das loucuras Individuais De um ou outro Maluco, tomado Pela insensatez Oportuna, d'uma Demência respingada Porém, o risco real Brotava na ânsia Alucinada por cargos Eletivos e teus Patrocínios Da normalidade Intolerável, que vinha Sendo semeada Pela padronização Homogênea e Indiscriminada Das ilusões Prevista e promulgada Pelo rigoroso processo De mu-mi-fi-ca-ção