Espírito do Rio (Canto XXVIII)

Letra de Espírito do Rio (Canto XXVIII)

Ano2011
Duração1:58
Idioma originalPortuguês
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Coordenadas da letra

Letra original

PT
18
A tempestade não assusta o espírito do rio Que desce mar revoltado em cataratas de lama Levando esperanças, móveis e vidas Além de gente de destino incerto Roupas em desalinho Marmitas sem comida Surpresas que arrebitam os olhos E estreitam o coração, Mas depois do caos e da imperfeita explosão Tudo volta à sua rotina Há calma e indiferença nas pedras que emergem em ilhas E, como se nada tivesse acontecido O vento breve veste capa de calmaria Pousa no ombro do poeta Ou assanha o cabelo do menino