Lute Forte

Letra de Lute Forte

Idioma originalPortuguês
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Letra original

PT
18
Sete serpentes sob os pés Trezes cálices com absinto Doze espinhos ao revés Três taças de vinho tinto Velha raiz, sempre no encalço Sussurrando na escuridão Velhos hábitos domados no laço Na espreita, de prontidão Mais passos na areia Mais perto o oásis Maior a fadiga Certo o refrigério Nunca cessar a batalha Por aqueles que portam minha joia Não desvanecer na fornalha Atravessar o fogo, portador da vitória E como um singelo lírio Mostrar candura E a opulenta tulipa A tecer formosura