Dois de Paus

Letra de Dois de Paus

Duração2:46
Idioma originalPortuguês
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Letra original

PT
18
Entrou na vida tropeçando No cordão umbilical E vai seguir desgovernado Até a queda no final Mas ele nunca se lamenta Desse eterno inferno astral Porque a sorte é traiçoeira Mas o azar, esse é leal Seu diário é uma mistura De esculhambação e caos Quando o destino dá as cartas Sempre tira o dois de paus Mas ele nunca se lamenta Desse eterno inferno astral Porque a sorte é traiçoeira Mas o azar, esse é leal