O Som do Berrante

Letra de O Som do Berrante

Idioma originalPortuguês
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Letra original

PT
18
Oi, oi! Vem cá! Vê se acorda desse sono profundo Atrás da cerca repetindo o mundo Se a corrente é de ouro ou de papel Sua cabeça vive num quartel O rebanho segue o som do berrante Mas o gado nunca foi pensante A cerca é baixa, o pasto é ilusão Falta brilho, só sobrou submissão Bota o gado para dançar na ladeira Quem tem mente fraca entra na bobeira Se a cabeça não funciona sozinha Vira massa, vira pó, vira farinha Vira massa, vira pó, vira farinha Roda a baiana, mas não perco o rumo Sair da jaula é o meu consumo Sair da jaula é o meu consumo, oh No poleiro do quintal, você é rei Mas não entende o peso da lei Bate no peito, mas treme o queixo Não passa fome, mas vive no feixo A voz que grita não é sua, irmão É o eco podre da manipulação Pule a corda, fuja da prisão Use o miolo, não só o coração Bota o gado para dançar na ladeira Quem tem mente fraca entra na bobeira Se a cabeça não funciona sozinha Vira massa, vira pó, vira farinha Vira massa, vira pó, vira farinha Roda a baiana, mas não perco o rumo Sair da jaula é o meu consumo Sair da jaula é o meu consumo Pula a corda, pule fora! (Pule fora!) Quem pensa é livre, chegou a hora! Chegou a hora! Valeu, Salvador! Fui!