Canoas do Tejo

Letra de Canoas do Tejo

Ano1972
GêneroFado
Duração2:55
Idioma originalPortuguês
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Coordenadas da letra

Letra original

PT
18
Canoa de vela erguida Que vens do Cais da Ribeira Gaivota, que anda perdida Sem encontrar companheira O vento sopra nas fragas O Sol parece um morango E o Tejo baila com as vagas A ensaiar um fandango Canoa Conheces bem Quando há norte pela proa Quantas docas tem Lisboa E as muralhas que ela tem Canoa Por onde vais? Se algum barco te abalroa Nunca mais voltas ao cais Nunca, nunca, nunca mais Canoa de vela panda Que vens da boca da barra E trazes na aragem branda Gemidos de uma guitarra Teu arrais prendeu a vela E se adormeceu, deixa-lo Agora muita cautela Não vá o mar acordá-lo Canoa, conheces bem Quando há norte pela proa Quantas docas tem Lisboa E as muralhas que ela tem Canoa, por onde vais? Se algum barco te abalroa Nunca mais voltas ao cais Nunca, nunca, nunca mais