Vila Do Sossêgo

Letra de Vila Do Sossêgo

Ano2002
Duração2:54
Idioma originalPortuguês
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Coordenadas da letra

Letra original

PT
18
Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam Nos seus papiros, papillon já me dizia Que na tortura toda carne se trai E normalmente, comumente, fatalmente, Felizmente, displiscentemente O nervo se contrai, com precisío Nos aviões que vomitavam paraquedas Nas casa matas, caso vivas, caso morras E dos delírios meus grilos temer O casamento, rompimento, sacramento, Documento, como um passatempo Quero mais te ver, com aflição Meu treponema não é líquido nem viscoso Os meus gametas se agrupam no meu som E as querubinas, meninas, rever O compromisso, submisso, rebuliço No cortiço, chama o padre ciço Para me benzer, com devoção