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Eu perdi as contas de todas as vezes Que eu fui de bandeja, eu fui seu parceiro No meio do deserto, matei a sua sede Se é dando que se recebe, você tá me devendo Se é plantando que se colhe, você tá colhendo A colheita nesses copos de arrependimento Você volta do nada com água escorrendo no olho E na língua uma lábia querendo me fazer de bobo Como que eu vou acreditar nesse teu choro? Se enquanto eu tava sofrendo, você tava falando Eu te amo para outro Você volta do nada com água escorrendo no olho E na língua uma lábia querendo me fazer de bobo Como que eu vou acreditar nesse choro? Se enquanto eu tava sofrendo, você tava falando Eu te amo para outro Alô, Rio de Janeiro! Ei! Se é dando que se recebe, você tá me devendo Se é plantando que se colhe, você tá colhendo A colheita nesses copos de arrependimento Você volta do nada com água escorrendo no olho E na língua, uma lábia querendo me fazer de bobo Como que eu vou acreditar nesse teu choro? Se enquanto eu tava sofrendo, você tava falando Eu te amo para outro Você volta do nada com água escorrendo no olho E na língua uma lábia querendo me fazer de bobo Como que eu vou acreditar nesse choro? Se enquanto eu tava sofrendo, você tava falando Eu te amo Você volta do nada com água escorrendo no olho E na língua uma lábia querendo me fazer de bobo Como que eu vou acreditar nesse teu choro? Se enquanto eu tava sofrendo, você tava falando Eu te amo para outro Você volta do nada com água escorrendo no olho E na língua uma lábia querendo me fazer de bobo Como que eu vou acreditar nesse choro? Se enquanto eu tava sofrendo, você tava falando Eu te amo para outro, oh!