Pra Poncho Que Topa Vento

Pra Poncho Que Topa Vento lyrics

Year2011
Original languagePortuguese
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Original lyrics

PT
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Venho do campo, onde a indiada se governa E tem mais força na perna, quando cobra as precisão Firmo as esporas, onde a estrela da roseta Risca o couro da paleta, no susto de um redomão Cavalo novo, que se assusta é um causo feio Há de se firmar no freio, mas com jeito e mão certeira Por quase nada, se corta a boca de um pingo Ainda mais se um domingo, se cruza a segunda-feira Por quase nada, se corta a boca de um pingo Ainda mais se um domingo, se cruza a segunda-feira Faz muito tempo, que estendo pingo na estrada E ando de espora atada, calçando no estrivo as bota Mais tempo ainda, venho aprendendo com os outro Que é o lombo de um potro, que deixa as pernas cambota Faz muito tempo, que estendo pingo na estrada E ando de espora atada, calçando no estrivo as bota Mais tempo ainda, venho aprendendo com os outro Que é o lombo de um potro, que deixa as pernas cambota O Tio Lautério, me deu um baio de regalo Que é um rancho de cavalo, de cruzá o mundo encilhado Me disse ele, que com calma e corda forte E um arremedo de sorte, se faz um pingo domado E me garante, que com pingo que se assusta Geralmente a gente custa, pra tirar sestro e mania Pois acredita em bocal, espora e reio Pro causo dum tempo feio, se topar com ventania Um dia desses, acomodo um do meu jeito E aperto no osso do peito, a cincha no meu lobuno E num trancão, no Tio Lautério me apresento Pra mostrar o fundamento das doma do seu aluno E num trancão, no Tio Lautério me apresento Pra mostrar o fundamento das doma do seu aluno Pois sou do campo, donde nasce o pega-pega E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombro E já lhes disse, donde hay razão, hay sustento E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros! Pois sou do campo, donde nasce o pega-pega E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombro E já lhes disse, donde hay razão, hay sustento E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros! Pois sou do campo, donde nasce o pega-pega E a potrada ainda se nega, quando o vento faz assombro E já lhes disse, donde hay razão, hay sustento E poncho que topa vento, sabe quem vai pelos ombros!