Erasmo Esteves (Tijuca Maluca) (part. Rubel e Emicida)

Erasmo Esteves (Tijuca Maluca) (part. Rubel e Emicida) lyrics

Year2024
GenreMpb
Original languagePortuguese
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PT
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Tijuca maluca Tijuca maluca Tijuca maluca Tijuca maluca Tijuca maluca Tijuca maluca Aquela Tijuca de ontem Não imaginou que aquele menino pacato Que além de pobre também era chato E usava papelão de feira feito sola de sapato E viu o Vasco em cinquenta vencer campeonato Viria a ser compositor E até cantor Passando por porteiro Por boia e fuzileiro Vendendo bugiganga Roubando pitanga e manga Ouvindo Luiz Vieira e Jackson do Pandeiro Acreditava na lenda De que Deus é brasileiro Sua mãe também era pai Colorindo seus sonhos Ensinando na intuição, tudo que não sabia Força, fé, sabedoria, direto da Bahia Mas foi na Tijuca que nasceu o desejo Na Tijuca ele deu o seu primeiro beijo Igualzinho ao que dava em Brigitte Bardot E fantasia namorava Marilyn Monroe Foi aí que o Brando lhe mostrou Um bluezão de coro, bem americano E ele entendeu que iria ser compositor E até cantor Erasmo Carlos, Carlos Erasmo Tremendão, gigante e gentil Que satisfação ter sido o seu camarada Valeu Eram Sputiniks no toque Depois Boys of Rocks, sem fake Entre Tim Maia e Os Snakes Guardo os nomes das menina Terror dos namorado Aluno de Simonal e Babulina Brasil, pré Pepeu e Carolina Carlos Imperial e seu império papa fina Treta na Dock Lobo, igual Djavan na esquina Não existe som que essa caneta não combina E foi dali pra pescaria Você não acende Mas mil canções Erasmo Tremendão Erasmo e os tremendões Recados mil pro mundo pasmo 1-9-7-1 Escute agora Carlos Erasmo Saindo do seu casulo Ganhou grandes emoções Conheceu Roberto Carlos Tim Maia e Ben Jor Amigos que lhe ensinaram Que a música faz a vida melhor Foi lá que achou a verdade De não querer ser o que era Vivendo a sensação de engodo nascer do Rock and Roll E a singeleza da prosa das canções da Bossa Nova Notou que a cintura e a bunda das moças eram como as curvas de um violão E que a razão bravateia Mas quem manda é o coração Aprendeu também coisas feias E caminhos que não seguir Foi monstros que não vingaram E pesadelos que não dormiu Evitou pisas nas flores Pra não machucar a ilusão De ser o senhor dos amores E o AI de todas as dores De ser o senhor dos amores E o AI de todas as dores De ser o senhor dos amores E o AI de todas as dores E se tornou compositor E até cantor