Aguiar (Ordem Paranormal) - Noite de Caca

Aguiar (Ordem Paranormal) - Noite de Caca lyrics

GenreTrap
Original languagePortuguese
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PT
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Desaparecimento de pessoas No acampamento começam a se perguntar Um serial killer agindo no luar Fiquem atentos porque o massacre vai começar Comandamos a polícia local Crianças, saibam que esse lugar é meio assombrado Sou delegado Aguiar, vou dar uma vista geral Então só liguem para mim caso seja bem necessário Jae, cê já foi melhor que isso A verdade é que eu que eu sou um assassino Sangue pinta minha máscara O mutilador noturno tá na caça Nesse Natal macabro a Lua brilha na escuridão Ouve os passos pesados? Começa a perseguição Seu rosto parte no meio, depois arranco sua mão Pensou que tava escondido? Acho que não Sua amiguinha não aguentou a dor Tentou salvar ela, e só conseguiu tirar minha máscara Vou devolver o que cê me jogou Meu machado voa, fincando na sua cara São corpos jogados no chão Sobreviventes foram sequestrados Agonia é o que sentirão se deparando meu trabalho Esse é meu trabalho Foi tão lindo o seu sacrificio Que bom que os outros ainda tão vivos Não, não tenho outro alvo Aquele que tirou o que é meu, é quem eu caço Se afaste com barco Que sorte, eu não nado Sente mais seguro? Lanço meu machado Afunde no lago Nem todos merecem usar essa máscara A ordem me prendeu mas é questão de tempo para eu voltar a matar Sinto que tem algo a mais Batidas no meu coração, o sentimento vem dentro Com essa minha excitação, eu não consigo ter paz Mas tudo que eu só consigo ver é vermelho Hoje a caça começou E vai ser sangrento demais Mutilador Noturno Ouça o grito das vítimas Só penso em matar Se eu colocar a máscara A expressão muda Não Aguiar O machado voa Tá sentindo medo? De onde vem a força Desse pesadelo? Não toque no que é meu Se não vira alvo Muito sangue escorreu Nessa noite de terror Mente retomada, não lembro de mais nada Aparentemente só um inquisidor Por que mesmo não sabendo a origem desse cara Eu sinto um aperto no meu peito? Parece que temos algo em comum Todos tão conectados A gente é de uma ordem E o sangue nos mantém guiados Contra o paranormal, Psikolera é um show O ritual do Hexatombe começou Henri é o nosso sacrificio Quanto mais me lembro, mais eu me afundo Lá fora não é tão diferente disso Deve ter um lado bom no fim de tudo Habitar um corpo que não é meu tem consequência Fragmentos da memória misturados, eu sei disso Já roubaram o que eu tinha, levaram minha inocência Até onde vai isso que eu vivo? O ritual tem que ser concluído Até o final do sexto dia 6 pessoas sacrificadas Humanos marcados, coroa de espinhos E os que restarão vão ser recompensados Minha única esperança era a irmã que eu tinha Ela não precisa viver o inferno que eu passo Noite cai e eu posso arriscar minha vida Para sobreviver tenho que continuar o que eu faço Sozinha com essa coragem? Só queria lutar de verdade Vai chegando a tarde e a morte me cerca Sem tempo pra morrer covarde Tô ferido, nenhuma vantagem E colocar a máscara é o que me resta Meu corpo queima, agora tô na caça Como é sentir o gosto da própria espada É guerra, Psikolera e Couraças Seguro minha arma com intenção de matar Você é uma das pessoas boas que eu conheci Por isso agora devo dizer que eu sinto muito Eu até poderia ter pena de ti Mas hoje sou o mutilador noturno Sino toca Entre duas identidades que preciso escolher Consciência como Jasper Os vampiros transformam a casa em um banho de sangue Eu e Raziel conectamos nossa intenção Dalmo, Maria e Cleo não estão mais vivos nesse desfecho Afogado em culpa, não os dei proteção Aguiar toma conta e eu não sou mais o mesmo Hoje a caça começou E vai ser sangrento demais Mutilador Noturno Ouça o grito das vítimas Só penso em matar Se eu colocar a máscara A expressão muda Não Aguiar O machado voa Tá sentindo medo? De onde vem a força Desse pesadelo? Não toque no que é meu Se não vira alvo Muito sangue escorreu Nessa noite de terror Seu tiro quebra A minha máscara Mãos cheias de sangue Eu sei que me perdi Tudo que eu menos queria era causar o medo que senti nos outros Agora morro como se pedaços de mim caíssem sob meu rosto