Solveig: A Demônia

Solveig: A Demônia lyrics

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Uma jovem nórdica de tez alabastrina De tranças douradas sob luz vespertina De alegria serena em trono de princesa De olhar translúcido alheio à aspereza Um destino terrível em sangue vertido O corpo abatido no gelo estendido Vento boreal sela o suspiro tardio Seu pranto dissolvido no inverno vazio Foi parar em local de fuligem eterna Entre legião convulsa em câmara interna A epiderme em crosta, a matéria corrompida Com hostes em fúria na massa oprimida Solveig, a demônia Na treva cerrada o ódio se faz Mil vozes em guerra sem nunca ter paz Naquele rubi sentiu uma nova vida Uma clara lucidez de alma bendita Solveig, a demônia Na treva cerrada o ódio se faz Mil vozes em guerra sem nunca ter paz Naquele rubi sentiu uma nova vida Uma clara lucidez de alma bendita O crânio deformado em curva maldita Chifres emergem na ossatura proscrita Arcada exposta em humor ferino Uma metamorfose em estado declino Entre a turba vil em conflito incessante O ódio recíproco e delírio pulsante Os urros colidem na abóbada densa E cada presença rival em sentença Desce uma forma de alvor extremo Essa entidade lúcida rompe o terreno Crava um rubi em sua fronte crestada Uma gema incandescente e logo A mente é alterada Solveig, a demônia Na treva cerrada o ódio se faz Mil vozes em guerra sem nunca ter paz Naquele rubi sentiu uma nova vida Uma clara lucidez de alma bendita A nova visão expandida percebe matizes Afetos latentes em raros deslizes Entre espectros torvos percebe o que jaz Um sopro de vínculo onde nada mais traz Solveig, a demônia Na treva cerrada o ódio se faz Mil vozes em guerra sem nunca ter paz Naquele rubi sentiu uma nova vida Uma clara lucidez de alma bendita Sombra que rasteja sob o luar Demônia das chamas, do abismo e do breu Seu olhar de fogo já quis devorar Na penúria quase eterna que na noite sofreu Solveig, a demônia Na treva cerrada o ódio se faz Mil vozes em guerra sem nunca ter paz Naquele rubi sentiu uma nova vida Uma clara lucidez de alma bendita