Síndrome de Lúcifer (Sai das Alamedas) (part. Xuhr)

Síndrome de Lúcifer (Sai das Alamedas) (part. Xuhr) lyrics

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Labela vida, o foco é a mente e o progresso Mandam ver sua mentira passando por certo Eu, nos meus versos, do divino bebi o deserto Minha escrita é cabulosa blindado, maestro Era do [Nike?], cria monstro tipo zumbi No TikTok, vendo quais são os tempos do fim Quem vai de nave tá de toca, picorado, sim A curupira só no bote atrás de ti Sem dar mancada, andar na linha é a nossa trilha A caminhada é transparente, pura e cristalina A caminhada é transparente, pura e cristalina Pura e cristalina Pura e cristalina Eles venderam a alma, e o preço eles vão pagar Síndrome de Lúcifer, daqui nada vamos levar Caixão não tem gaveta, então pensa se compensa Dopamina temporária, vivendo só de aparência Não pagou? Dormiu, acordou, não te vi nem de binóculos Tudo aqui é fase boa, vida passageira Dinheiro virou pó e você virou poeira Então Sai das alamedas dessa rua escura Fria, tortuosa, cheia de amargura O prato tá na mesa e a escolha é sua O homem é carrasco da sua própria criatura Sai das alamedas dessa rua escura Fria, tortuosa, cheia de amargura O prato tá na mesa e a escolha é sua O homem é carrasco da sua própria criatura Deus me fala a verdade, como a verdade que seja o seu plano Voltar pra esse mundo perdido e acabar com o ser humano Se essa fosse à vontade, eu até aceitaria Seus olhos já estão cansados de tanta maldade e tanta ira Juventude seria esperança, porra de um dia a dia Os mais velhos seriam os profetas, mente da sabedoria Desculpa, meu Pai, eu tô falando como filha O homem confia mais no dinheiro do que na sua própria escrita Dez mil cairão ao teu lado, dez mil à tua direita Seu corpo tá pendurado somente pela sua cabeça O Senhor é meu pastor e nada me faltará Porque no dia que faltou, foi Ele que veio te dar Sai das alamedas dessa rua escura Fria, tortuosa, cheia de amargura O prato tá na mesa e a escolha é sua O homem é carrasco da sua própria criatura Sai das alamedas dessa rua escura Fria, tortuosa, cheia de amargura O prato tá na mesa e a escolha é sua O homem é carrasco da sua própria criatura