Vivência Sujeira (part. CONSTANTINE SUJÃO)

Vivência Sujeira (part. CONSTANTINE SUJÃO) lyrics

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Vivendo o rap junto com meu mano Cicatrizando meus danos Desacredita agora, me observe daqui alguns anos Antes eu tava em prantos, apenas sonhando com os ganhos Mas nunca duvide de um estranho Nem menospreze por causa do tamanho Mas hoje eu vejo que eu mereço Deus abençoe eu saio do mesmo (amem) Me julgam mas não sabem um terço Uma mancada sempre tem um preço Eu juro, eu não sou vingativo Só não mexa com a minha família Só plantou merda por isso sofria pelo fruto podre que ele colhia Vários manos falam na internet Mas na minha frente não falam um ah Eu sou sincero verdade no peito E se eu te falar você vai se assustar O parasita da zona sul (sul) Não fale dos meus erros sem entender meus motivos Estive na tempestade, ela me deixou traumas tipo- (pow, pow, pow) Afundando o meu barco quem estava lá? (Quem?) As ondas estavam agitadas e o medo corroeu o meu corpo Eu estava prestes a afundar Então lembrei do eu antigo e das coisas que eu passei E percebi que aquilo era necessário eu passar Então posicionei a proa e fechei as escotilhas E em questão de segundos vi o mar se acalmar Pixei os muros da minha área e vi outros manos pixando E a policia não gosta, vão ter que aturar Eu tenho orgulho do menor que eu vejo que teve a escolha De ir pra vida de pixar, invés de roubar O céu estrelado, de pião no centro pra fugir das minhas neuroses Atrás de uma resposta voltei com mais mil perguntas Vários BO, na mente mas seguindo na pureza Mesmo a vida me tratando de uma forma tão bruta Já vivi demais sendo aquilo que os outros querem Não vem querer dar pitaco se você não é exemplo Mato dez leão por dia, ando vivendo um Souls like Corto mal olhado igual Sekiro pra não tomarem meu tempo Infelizmente afeto sempre foi escasso Nunca da minha parte pois não é da minha conduta Tive que aprender a ser ruim pra não me perder de mim mesmo Cortando pela raiz o ego desses filha da puta De tanto pensar nos outros acabei esquecendo de mim Nadar contra a maré se tornou maldição e bênção Cansei da ânsia de ter, quero o prazer de possuir Vou mostrar que eu sou muito mais doque vocês pensam Faz frio em São Paulo, botei meu bobojaco Abre teu olho que vagabundo tá brotando do chão igual mato Só pra deixar um aviso, ser admirado não é sinal de grandeza Porque o circo quem lota é o palhaço Mas que se foda tô ligando é pra mais nada É só pisa no crânio desses chupa saco Enquanto falam, tô correndo atrás dos placo Torrando minhas paranoia na seda junto do meu tabaco Vou fazer o que for preciso pra ser o melhor dessa porra Katiço já disse anteriormente, Amém rap sujo Filho da Rataria, com o Parasita do Sul Trazendo a vivência maldita dos menor do submundo