Pague Pra Entrar, Reze Pra Sair

Pague Pra Entrar, Reze Pra Sair lyrics

Duration5:09
Original languagePortuguese
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PT
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Pra eles tudo isso é comum Dois malucos num opala sete um Mete os ferros, põe a onda pra render No porta-malas tem um corpo, pode crer Pra eles tudo isso é comum Dois malucos num opala sete um Mete os ferros, põe a onda pra render No porta-malas tem um corpo, pode crer Dia e noite sempre estão atentos Procuram vagabundas pra curtir em seu assento Opala sete um, banco de couro A madrugada começa e pra eles vale ouro É quando tudo, tudo pode acontecer Prepara os ferro que agora é pra valer Maluco agora na estia pra fazer a boa Empurra os ferro, nas ideia não perdoa Duas putas no banco de trás Antes ficassem quietas e nada mais Agora tão na barca vão morrer por aí Pague pra entrar e reze pra sair Pra eles tudo isso é comum Dois malucos num opala sete um Mete os ferros, põe a onda pra render No porta-malas tem um corpo, pode crer Pra eles tudo isso é comum Dois malucos num opala sete um Mete os ferros, põe a onda pra render No porta-malas tem um corpo, pode crer Dia e noite nunca estão satisfeitos Matar pessoas é o seu divertimento As vagabundas que suavam em seu travesseiro Levaram várias estocadas no chuveiro Pra que pagar, se eles podem ter de graça A violência em suas mentes nunca passa Quem sabe um dia pagarão, por isso mermo Aqui se faz, aqui se paga, use o termo Vítimas, vítimas, eles querem é mais O sabor da morte nunca os satisfaz Boa noite, Bebel, vamo aí Pague pra entrar e reze pra sair Pra eles tudo isso é comum Dois malucos num opala sete um Mete os ferros, põe a onda pra render No porta-malas tem um corpo, pode crer Pra eles tudo isso é comum Dois malucos num opala sete um Mete os ferros, põe a onda pra render No porta-malas tem um corpo, pode crer Mente doentia, ideia suicida Pessoas presas em casa com suas famílias Síndrome de Cain Mais alguém vai morrer Muitas temem o fim do dia, vai escurecer Tem um retrato falado dos suspeitos Bode expiatório da polícia tá no jeito Cometem um erro foram com muita sede ao pote As vagabundas preparam, os homens dão o bote Cercado de todos os lados sem ter pra onde correr Opala todo perfurado, pode crer Pacto de sangue, os homem em mim não põem a mão Ferro na cabeça, pei! Um abraço, irmão! Pra eles tudo isso é comum Dois malucos num opala sete um Mete os ferros, põe a onda pra render No porta-malas tem um corpo, pode crer Pra eles tudo isso é comum Dois malucos num opala sete um Mete os ferros, põe a onda pra render No porta-malas tem um corpo, pode crer