Salmo 22 - Sofrimento e vitória do Messias

Salmo 22 - Sofrimento e vitória do Messias lyrics

Year2026
Original languagePortuguese
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Original lyrics

PT
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18
Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? Deus meu, clamo de dia, e não me respondes Também de noite, porém não tenho sossego Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel Nossos pais confiaram em ti, confiaram, e os livraste A ti clamaram e se livraram, confiaram em ti e não foram confundidos Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? Mas eu sou verme e não homem Opróbrio dos homens e desprezado do povo Todos os que me veem zombam de mim Afrouxam os lábios e meneiam a cabeça Confiou no Senhor! Livre-o ele, salve-o Pois nele tem prazer Contudo, tu és quem me fez nascer E me preservaste, estando eu ainda ao seio de minha mãe Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? A ti me entreguei desde o meu nascimento Desde o ventre de minha mãe, tu és meu Deus Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima E não há quem me acuda Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam Contra mim abrem a boca Como faz o leão que despedaça e ruge Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram Meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim Secou-se o meu vigor, como um caco de barro E a língua se me apega ao céu da boca Assim, me deitas no pó da morte Cães me cercam, uma súcia de malfeitores me rodeia Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? Traspassaram-me as mãos e os pés Posso contar todos os meus ossos Eles me estão olhando e encarando em mim Repartem entre si as minhas vestes E sobre a minha túnica deitam sortes Tu, porém, Senhor, não te afastes de mim Força minha, apressa-te em socorrer-me Livra a minha alma da espada E, das presas do cão, a minha vida Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? Traspassaram-me as mãos e os pés Posso contar todos os meus ossos Eles me estão olhando e encarando em mim Repartem entre si as minhas vestes E sobre a minha túnica deitam sortes Tu, porém, Senhor, não te afastes de mim Força minha, apressa-te em socorrer-me Livra a minha alma da espada E, das presas do cão, a minha vida Traspassaram-me as mãos e os pés Posso contar todos os meus ossos Eles me estão olhando e encarando em mim Repartem entre si as minhas vestes E sobre a minha túnica deitam sortes Tu, porém, Senhor, não te afastes de mim Força minha, apressa-te em socorrer-me Livra a minha alma da espada E, das presas do cão, a minha vida Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? De ti vem o meu louvor na grande congregação Cumprirei os meus votos na presença dos que o temem Os sofredores hão de comer e fartar-se Louvarão o Senhor os que o buscam Viva para sempre o vosso coração Lembrar-se-ão do Senhor e a ele se converterão os confins da terra Perante ele se prostrarão Todas as famílias das nações Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação As palavras de meu bramido? Pois do Senhor é o reino, é ele quem governa as nações Todos os opulentos da terra hão de comer e adorar E todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele Até aquele que não pode preservar a própria vida A posteridade o servirá, falar-se-á do Senhor à geração vindoura Hão de vir anunciar a justiça dele Ao povo que há de nascer, contarão que foi ele quem o fez