Alma De Estância e Querência

Alma De Estância e Querência 가사

연도1998
장르Nativista
길이4:27
원문 언어포르투갈어
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Da gadaria faz silhueta a madrugada Das quatro quadras da invernada do branquilho Rodeio grande saltou cedo a peonada Levando a lua na cabeça do lombilho A mim me toca repontá o fundo do campo Na hora santa em que a manhã tira o seu véu Levo na testa do gateado a última estrela Que aquerenciada não quis mais voltar pra o céu E o meu cavalo que me gusta ouviu um silvido Olhar comprido e põe tenência nas orelhas Enxergo o gado e o assobio sai tão sentido Que acende o sol num gravatá crista vermelha E o meu cavalo que me gusta ouviu um silvido Olhar comprido e põe tenência nas orelhas Enxergo o gado e o assobio sai tão sentido Que acende o sol num gravatá crista vermelha O boi compreende o chamado da melodia E a gadaria pisoteia um Santa Fé Chegam no passo da restinga, e uma traíra Atira um bote à flor azul de um aguapé Olhando a ponta que encordoa pra o rodeio Cresce o anseio de viver nestas lonjuras Bárbara é a lida no lombo dos arreios E alma de campo é a rendição destas planuras Já me disseram que se acabam as invernadas Que retalhadas marcam o fim de existência Mas trago a essência e a constância de um olho d'água De alma penduada com sementes de querência Já me disseram que se acabam as invernadas Que retalhadas marcam o fim de existência Mas trago a essência e a constância de um olho d'água De alma penduada com sementes de querência