Terrenos

Terrenos 가사

연도2008
길이5:27
원문 언어포르투갈어
조회수65
가사 좌표

원문 가사

PT
번역이 아직 없습니다. 원문 가사를 표시합니다.
18
Nosso povo não se preocupa com status no centro Apenas quer seu barraco num pedaço de terreno Apenas quer viver em paz e cuidar da família Marginal denominado próprio da perifa Nem quer saber de spa de restaurante cinco estrelas E da graças a já pôr ter arroz na mesa É o problema regional daqui que arrebenta Que faz sonhar com o carro forte, puta e ponto quarenta É a necessidade loca de pagar de mizuno De terminar o ensino médio e seguir os estudos Numa facul de igual pra igual sem chamar a atenção Com seu jeito sua fala sua situação Marginalizados adaptados assim Sem cultura sem lazer sem um lugar pra sair O crime adotam pessoas que eram profissionais No mercado de trabalho e hoje ganha mais Trabalha bem com quadrada oitão de três janela E compra bala dos policias com as notas amarelas Num a gambé que resista quando eles filma a cota Esquece do juramento do seu papel nessas hora E vai financiando a morte instantânea pra nós, Depois chega no terror quando a bala acerta um boy É irônico pá porra ver as campanhas de paz Os artistas de branco com um texto nada eficaz Num comove ninguém porque a realidade é outra Quem anda de blindado não conhece as pessoas Quem gasta dólar com roupa num sabe o que nós passa Fim de semana em paris e nós nessa batalha No extremo limite fronteira do desespero E vai perdendo a cabeça no bar ou no isqueiro O dia inteiro Os manos do gueto No veneno Vão cedendo O espírito guerreiro E os poucos se perdendo Dentro De seu próprio Terrenos, da alma se perdeu Terrenos, do mundo não é seu Te prendeu Terrenos verticais Barracos que não caem pôr Deus O salário recebido aqui mal da pra pagar as contas Rala o mês inteiro e logo foge as sete onça Paga a luz, paga a água Paga o dinheiro emprestado na quebrada E vem gás e vem conta o mercado lá da vila No sobra nem um conto pá sair com a família E tipo um robozinho vamos seguindo o sistema Mais se num da um trampo ai piora os problemas Que dificuldade vamos enfrentar Quando os anos for passando e as décadas fica Marginal é chamado quem nasce aqui Marginal sem direito de ir e vir Os pensamentos já não fusiona mais Sistema eficaz Formam marginais Pra ser destaque dos principais jornais Eu sei bem o que deseja esse povo Não vou trair meu povo Não vou largar meu posto Uma década de sufoco De luta comunitária Eu e os camarada da área na caminhada Presenciei o tão sonhado asfalto Centenário de buracos Reclamações do bairro Desacreditados Hoje realizados Mais construído as presas Pra causar boa impressão aos moradores dela Sem esgoto sem água fluvial É normal Primeira enxurrada decepção visual Mais aí o voto já se foi E a conseqüência vem anos depois Dormi na fila de hospital Sem dinheiro e o filho passando mal E a incerteza do atendimento que vaga na mente mãe matriarcal Ser marginal pela distancia do centro Mó temporal atentos Aos deslizamentos Da alma e dos terrenos Que vivemos Vivemos mais muitos não estão querendo viver Uma decepção arrasa você Terrenos, da alma se perdeu Terrenos, do mundo não é seu Te prendeu, terrenos verticais Barracos que não caem, pôr Deus