Quando Eu Abro Minha Cordeona

Quando Eu Abro Minha Cordeona 歌詞

アルバムGalo Missioneiro
1999
ジャンルNativista
時間2:14
原文言語ポルトガル語
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原文歌詞

PT
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Quando Eu Abro Minha Cordeona Quando eu abro minha cordeona a tristeza sai de perto Ela parece um ventena berrando num campo aberto Pois ela guarda relinchos de maleva que se empaca E choramingos de guacho na hora de botar vaca Se arreganho esta oito soco acariciando uma vaneira Fico louco de aporreado com as obunas da mangueira Do bojo da minha cordeona quando abro ela de verdade Salta grama de forquilha dos passos da liberdade (Os meus dedos nessa hora são potros que nem eu domo Parecem dez pica-pau fuçando num cinamomo) Me espicho quase uma braça e quando a saudade entaipa Ela se aninha no meus braços mesmo que bugio na gaita Se outro pegar minha cordeona peludeia e morre à míngua Que ela sai fazendo cósca, enfrenada embaixo da língua Com ela eu esquilo as penas e sempre toso a martelo Pois tenho penas lanudas e outras que não dão velo Os meus dedos nessa hora são potros que nem eu domo Parecem dez pica-pau fuçando num cinamomo Esse atropelo nos baixos duma rancheira marcada Ouço o tropel de um parelheiro que ganhou de cola hasteada Se acaso um grito de macho ouvirem num vaneirão É a alma do Rio Grande de a cavalo na minhas mãos