Versos Que Fluem Da Alma

Testo di Versos Que Fluem Da Alma

GenereRegional
Durata3:56
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni89
Coordinate del testo

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
18
Eu sou a chuva que cái Se esparramando na terra O gado alçado que berra Lá no fundo da invernada, Sou noite de pirilampos Som de tropel de cavalos E a sinfonia dos galos Ao romper da madrugada. Eu sou um índio pampeano Criado em pleno rigor E um campeiro laçador Que acerto em toco de guampas, Sou léguas de alambrado Margeando os corredores E o sol processando as cores Na vegetação do pampa. Sou a cambona que chia No fogo lá do galpâo E um alarido de peâo No auge da chimarreada, Sou galo bom cantador Ternura de amor paterno E o frio que deixa no inverno Os campos brancos de geada. Sou guarnição da fronteira E as praias do litoral Deste rio grande bagual Um velho poeta novo, Sou verso que flui da alma Pra verdade cultivar Pois aprendi a escutar A voz que emana do povo.