Vinheta: Cururu

Testo di Vinheta: Cururu

AlbumGaiola
Anno1986
GenereMpb
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni108
Coordinate del testo

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
18
Ouça Uma vez o meu irmão virou uma onça Onça De passo leve no escuro Passo Que nem de sapo-cururu É, é! Meu irmão que nem meu tio iauaretê Isso Foi um feitiço, eu lhe juro Até Fiquei um tanto jururu De repente, onde o corpo de um homem Patas, pintas, porte e força de uma onça Teria sido imagem imaginária Ou era tudo verdade pura veraz? Teria sido miragem visionária Ou era ele aquela fera feroz? Onça? Não, o meu irmão não passa de uma moça Mansa Que nem um sapo numa poça Puro Que nem a flor de um cipó Cururu