Sexta-Feira 13 (part. Leal, Pecaos e Nego Max)

Testo di Sexta-Feira 13 (part. Leal, Pecaos e Nego Max)

Lingua originalePortoghese
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Na procura de um sentido, não posso esperar sentado Vem comigo, vou te mostrar porque que me chamam de mago Primeira vez em SP eu tava magro Pode pá que não vou morrer no raso (raso) Se quiser ver o diabo, fale da minha mãe, do meu filho ou do meu bairro Sempre chego do mesmo jeito que saio Muito flow, muito muito flow, mas era papo furado Machado vive, Civ vive, Menor T vive Onde você tava que não te vi (não te vi) Um salve aos original, yao Meus irmão, minha família, minha blindagem, meu aval, que tal? Crianças, hora de dar tchau Á partir de agora só dialeto do caos (caos) Fumadão, de motoca com o Nugê (hã hã) Saí do Capão na direção do Leal Dos barraco de madeira até os condô de burguês Pra mandar a real têm poucos, vários lá são dublês (vários) Já que pra atrasar tem vários, adianta minha vez Na firma, eu sou o chefe, empresário e funcionário do mês Independência ou morte, disse um tal português Que matou uma par de índio e de escravo nos fez Sempre que a grana aparece, a visão de alguns some Mas quando tá no nosso nome, a fúria negra ressuscita outra vez Onde o filho chora e a mãe vê, mas não pode fazer nada Eu vi Jesus tomar um tiro, o diabo era o homem de farda Geral no efeito manada (arruma nada) Se só um pensa, todos pagam o preço da escolha errada (escolha errada) E a previsão do tempo é que ele passa (e aí?) Uns morrem esperando o dia da caça, parça A massa idolatra a marca A marca mantém a mídia A mídia controla a massa Já que quem faz não cumpre Aqui nós é a lei Vou voltar com a grana Por mal ou por bem Tô calculando os passos (hã) Pra chegar no terraço Quando a fase não é fácil Eu te pergunto: Quantos têm? Eu só fecho com monstro Desculpa, eu te assustei Sexta-feira 13 (não tem pra ninguém) Eu tava só os caco (cacos) Procurei os meus braços Juntei meus pedaços E formei o Frankenstein Cada ser faz o que pode Com a consciência que conseguiu alcançar Nossa construção é uma eterna obra A massa idolatra a marca A marca engana a massa E o que sobra? Guerra de hienas, leões e cobras A vida é um improviso sem dobra E nesse x1 infinito vários bicho me aborda, hã Existe uma linha tênue entre a genialidade e a loucura E eu uso ela pra pular corda O ódio e um episódio com sequência Muitas das vezes eu só quero falar, rimar é consequência Viver é saber lidar com as frequências, hã Reconhecer sua prepotência e sua total potência Deixei todas folhas prenha, reforçando o estereótipo Uns se gabam por ter a senha, eu adoro desvendar o código (rmm) Mancomunado e munido Trampo no campo minado Se moscar cê tá fodido Quem ri de qualquer coisa já nem sabe por que chora Se apruma que tá chegando sua hora (tick tack) Tudo que sonha volta, em forma de pesadelo macabro Escrevo pra que não se apague o candelabro, então bota pra fora Mente expande, tragedia de gente grande Matrero é falange (lenda), linhagem de gigantes, hã Tipo RZO, tipo Comando Ashtar, ou melhor, é, tipo um jogo da Rockstar Os easteregg é infinito e nós pensamo em tudo (tudo) Troca o processador pra rodar o conteúdo Eu perdi o medo do escuro, do amor e da morte Conto com a má sorte No intervalo, entre a fome e o bote (tu, tu, tu) Célebres malandros se reúnem nas ruas Bolando loucos planos sobre a Lua (porque a saga continua) Que nossas magias sejam imunes as suas (aham) O corpo morre, e a ideia perpetua Já que quem faz não cumpre Aqui nós é a lei (é) Vou voltar com a grana Por mal ou por bem Tô calculando os passos (passo) Pra chegar no terraço Quando a fase não é fácil Eu te pergunto: Quantos têm? Eu só fecho com monstro Desculpa, eu te assustei Sexta-feira 13 (não tem pra ninguém) Eu tava só os caco (cacos) Procurei os meus braços Juntei meus pedaços E formei o Frankenstein