São Os Barcos de Lisboa

Testo di São Os Barcos de Lisboa

GenereAxe
Durata2:58
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni2.5K
Coordinate del testo

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
18
Um dia perguntei a alguém Onde fica o infinito Para poder mergulhar Nesse arrepio maldito Há tanta coisa boa E tanto pra visitar Se passar na madragoa Ao bairro alto vai chegar Esta gente sofredora Que um dia nunca morra Minhas praias aqueceram E o fado também é gente São os barcos de lisboa Que me fazem navegar Encontrei uma canoa Pra onde me vais levar? São os barcos de lisboa Que me fazem ir pro mar Entre alfama a pessoa De quem vos vou falar Esta gente sofredora Que um dia nunca morra Minhas praias aqueceram E o fado também é gente Encontrei a liberdade Fui visitar o marquês Perguntei-lhe pelo rato Querem saber o que fez? Deu-me praças e castelos E um cavalo lusitano Fontes pereira de melo E a saudade de ser humano Esta gente sofredora Que um dia nunca morra Minhas praias aqueceram E o fado também é gente São os barcos de lisboa Que me fazem navegar Encontrei uma canoa Pra onde me vais levar? São os barcos de lisboa Que me fazem ir pro mar Entre alfama a pessoa De quem vos vou falar São os barcos de lisboa Que me fazem navegar Encontrei uma canoa Pra onde me vais levar? São os barcos de lisboa Que me fazem ir pro mar Entre alfama a pessoa De quem vos vou falar Esta gente sofredora Que um dia nunca morra Minhas praias aqueceram E o fado também é gente