O Imperador Pirou  (a Vulnerabilidade do Invulnerável)

Testo di O Imperador Pirou (a Vulnerabilidade do Invulnerável)

Anno2011
Durata4:26
Lingua originalePortoghese
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Testo originale

PT
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Em um império remoto, Longe de qualquer progresso, Imperava um imperador, Temido por seus excessos. Seus domínios extensos, Das pastagens à cordilheira, Não serviram de aperitivo, Ao cruzar com a borralheira. O ilustre se cativou Com aquele avental, Sua política interna Virou extrema liberal, Ao contemplar a lavadeira Numa tarefa eventual. uau. O imperador pirou, Se fez de camponês, Um barril de rum bebeu, Rasgou seu manto em três, Se proclamou plebeu, Abandonou o clube inglês, Não pensou no que perdeu, Só pensou no que não fez. Jamais se arrependeu E no final era uma vez... Deu as costas à realeza E o galanteio virou papo, Seria ele e sua duquesa A imperatriz do farrapo. Nos registros do reinado Anotava-se um prefácio, A paixão de um sangue azul Pela empregada do palácio. O imperador pirou, Se fez de camponês, Um barril de rum bebeu, Rasgou seu manto em três, Se proclamou plebeu, Deixou de ser burguês, Não pensou no que perdeu, Só pensou no que não fez. Jamais se arrependeu E no final era uma vez...