Alma de Poço

Testo di Alma de Poço

Anno1992
GenereRegional
Durata5:25
Lingua originalePortoghese
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Coordinate del testo

Testo originale

PT
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Madrugada mais lubuna Mateio desprevenido Tenho andado mal dormido Com paixões demais pra um Os meus olhos tresnoitados Se voltam mesmo pra dentro A vida põe sal na boca E o mate não mata a sede Querência fica distante Mesmo andando dentro dela Que me importa o sol na cara Se a alma não amanhece? Não quero sonhar de novo Renascer não vale a pena, ai Alegria pouco importa Quando a vida anda pequena, ai Solidão bate no rancho Já me sabe mais covarde Vou cultivando um silêncio Que vai florescendo à tarde Ai, ai, ai de mim Corpo de moço Jeito de rio Ai, ai, ai de mim Alma de poço Peito vazio