Fronteira

Testo di Fronteira

Anno1998
GenereNativista
Durata3:38
Lingua originalePortoghese
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Coordinate del testo

Testo originale

PT
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O dia começa cedo pra nós aqui na fronteira Tirar leite, tratar os guachos, formar tropilha em mangueira E um camargo reforçado, o costilitar de um capão E um mate amargo a preceito, pra ajudar na digestão É bem assim, companheiro, o dia a dia do peão É bem assim, companheiro, o dia a dia do peão O Sol nem bem mostra a cara, freio e pelego na mão E segue a lida campeira, banhar, rodeios, carnear Capar terneiro as macegas, curar bicheira, esquilar Depois que a lida termina, o campo reza uma prece Mas logo um galo anuncia, um novo dia amanhece É bem assim, companheiro, o dia a dia do peão É bem assim, companheiro, o dia a dia do peão O Sol nem bem mostra a cara, freio e pelego na mão É bem assim, companheiro, o dia a dia do peão É bem assim, companheiro, o dia a dia do peão O Sol nem bem mostra a cara, freio e pelego na mão É bem assim, companheiro, o dia a dia do peão É bem assim, companheiro, o dia a dia do peão O Sol nem bem mostra a cara, freio e pelego na mão