Conto

Testo di Conto

Durata3:23
Lingua originalePortoghese
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Testo originale

PT
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Mais vale um objectivo mal cumprido Do que um conto mal contado Se é para cair nós caímos, estou contigo Mano a mano, lado a lado Aquele que de ti se esquece Normalmente é aquele que é por ti lembrado Concentra no que acontece Não adianta pensar no que foi passado, não Mais vale um objectivo mal cumprido Do que um conto mal contado Se é para cair nós caímos, estou contigo Mano a mano, lado a lado Aquele que de ti se esquece Normalmente é aquele que é por ti lembrado Concentra no que acontece Não adianta pensar no que foi passado, não Porque é que tu te agarras ao que te incomoda? E tu que tanto andaste pa chegar aqui Passas-te meia vida a esfregar essa nódoa De alguém que se encostou e a passou pa ti Porque o teu peito é papelão Pensa duas vezes quando o rasgas sem noção Muda-me essa cara que o interessa é prosseguir A meio da conversa muitos ficam muitos vão Se os outros conseguem tu também vais conseguir Detesto essas pessoas que te olham de cima a baixo Para saber quanto é que vales Se falas tu enjoas a barriga dos bandalhos Que querem que tu te cales Eu tava lá no dia em que o mundo ia acabar Aquele que me olhou foi de raspão que viu E quem não me aleijou passa a vida a tentar Aquele que tentou boy nunca conseguiu Antes da paz há muito sangue Muita pegada, muito rasto O que eu quero ser é muito vasto O meu sonho é muito grande E quem assusta pouco bate O teu falar é muito gasto Quem alastra pouco expande E se me perguntares onde é que eu tenho tado, eu tou escondido E é por essas e por outras que eu não tenho respondido Eu também sei que é ingrato Mas se não me fores tu a dizê-lo Oiço a conversa de quem? Sei que o motivo é meio chato Mas no caso de eu adormecer eu vou no ombro de alguém Eu sempre amei o sítio ao qual eu fui sincronizado No bolso eu tinha ideias mas eu não tinha a destreza O ciclo também muda boy eu já tinha avisado Mas tu ficas chocado quando a cobra vira presa Às vezes acredito que o que é bom só vem depois E não posso julgar quem tem um senso comum A mamã perguntava o que era de mim aos 22 E quando eu dei por mim tou reformado aos 21 Achas que é ignorância tentares dizer-me uma coisa Que pa mim jamais vai fazer sentido Mas é por essas e por outras que eu não tenho respondido Mais vale um objectivo mal cumprido Do que um conto mal contado Se é para cair nós caímos, estou contigo Mano a mano, lado a lado Aquele que de ti se esquece Normalmente é aquele que é por ti lembrado Concentra no que acontece Não adianta pensar no que foi passado, não