Qualquer Uma

Testo di Qualquer Uma

Anno2010
GenereSertanejo
Durata1:14
Lingua originalePortoghese
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Coordinate del testo

Testo originale

PT
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Eu não escolho nenhuma Milonga, xote ou vaneira Sendo gaúcha e campeira Pode tocar qualquer uma (2x) Pode tocar qualquer uma Desde que traga bem viva A velha chama nativa Que minha estrada ainda ruma Em cada nota resuma Esse destino altaneiro Se for assim meu parceiro Pode tocar qualquer uma Eu não escolho nenhuma Milonga, xote ou vaneira Sendo gaúcha e campeira Pode tocar qualquer uma (2x) A minha alma se apruma Quando a guitarra ponteia O coração incendeia E a mágoa se desarruma Eu não escolho nenhuma Milonga, xote ou vaneira Sendo gaúcha e campeira Pode tocar qualquer uma Eu não escolho nenhuma Milonga, xote ou vaneira Sendo gaúcha e campeira Pode tocar qualquer uma (2x) Qualquer uma que me faça Sentir aquela fragrância Da madrugada na estância Odor de campo e fumaça Que nela meio por graça A nossa querência taita Na voz antiga da gaita Cante os encantos da raça Eu não escolho nenhuma Milonga, xote ou vaneira Sendo gaúcha e campeira Pode tocar qualquer uma (2x) Mate bem gordo de espuma Na madrugada de inverno E um pai de fogo no cerno Vai fumaceando uma bruma A cabreúva perfuma O meu galpão feito incenso Eu ligo o rádio e já penso Pode tocar qualquer uma Eu não escolho nenhuma Milonga, xote ou vaneira Sendo gaúcha e campeira Pode tocar qualquer uma (2x)