Mágoas de Posteiro

Testo di Mágoas de Posteiro

Anno1983
GenereNativista
Durata2:46
Lingua originalePortoghese
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Coordinate del testo

Testo originale

PT
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Voltei ao rancho da querência onde nasci Vim ao tranquito assobiando uma vaneira Não vi ramada, não vi rancho nem mangueira Pensei comigo, com certeza me perdi Campo lavrado no lugar que era o potreiro Campo lavrado no pelado do rodeio E o braço erguido no pedaço de um esteio Adeus pra sempre do meu rancho de posteiro (Berro de gado, rincho de potro Canto de galo, riso de gente Tenho o passado, perdi o presente Beira de povo, meu tempo é outro) O ronco estranho do trator substituindo A voz dos pastos, da ternura e da inocência Monocultura, apenasmente destruindo Memória e campo que roubaram da consciência Eu tenho ganas que este maula sem respeito Que fez lavoura da invernada onde eu vivia Tente arrancar a grama verde de poesia Deste Rio Grande que carrego no meu peito