Fado do Zé Ninguém

Testo di Fado do Zé Ninguém

GenereFado
Durata2:46
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni433
Coordinate del testo

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
18
Soldado que foste ás sortes Vai p’ró quartel, não te importes Que lá, ninguém te faz mal Não temas, que não te comem Vais aprender a ser homem P’ra defender Portugal Se Deus quiser ainda hás-de voltar á terra Mas se tiveres que ir p’rá guerra Não temas, que és português É teu dever saber viver como um forte Não tenhas medo da morte Que só se morre uma vez Ó Zé ninguém que és militar Se a pátria-mãe tu queres honrar Segue o exemplo dum soldado com ralé Que morreu e está num templo, mas ninguém sabe quem é Soldado, lá na trincheira Se vires o porta-bandeira Tombar com ela no chão Levanta-a logo, soldado Nu trapo verde-encarnado Tu tens a pátria na mão Que a pátria vem nessa bandeira imponente Da cor do Sol, do poente Da cor do mar e da esperança Defende-a bem, p’ra isso tens a espingarda E vestes aquela farda Com que vencemos em França