Bagual Barbaridade

Testo di Bagual Barbaridade

Anno1997
GenereForro
Durata4:25
Lingua originalePortoghese
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Coordinate del testo

Testo originale

PT
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Não me chama de benzinho Que eu fico meio bisqueiro Me chama de teu bagual Que é meu jeitão campeiro Casar contigo eu não caso Posso ser teu companheiro Pelego eu tenho pra cama E lumbilho pra travesseiro Mesmo assim pra viver junto te ponho minha condição Tu tem que saltar cedinho e preparar meu chimarrão Enquanto eu vou me entretendo com os golpes dos redomão Nasci pra lidar com os potros de rédea e buçal na mão Deste oficio perigoso sei bem que não vou deixar Se tu quiseres ser minha tu tens que me acompanhar O que não sabe te ensino, só não pode te assustar Nem te fazer de aporreada na hora que eu te mandar Não sou louco eu te garanto o povo é que julga e diz N lombo dos aporreados proezas arriscadas eu fiz Pois gineteando eu assusto lagarto, cobra e perdiz Se eu me estropiar desse jeito juro que morro feliz Mulher e terneiro novo nunca se corre atrás Se tu resolver ir embora te escapa e não volta mais Que eu sigo do mesmo jeito lidando com as animais Ensinando o que aprendi e aprendendo muito mais S e te agradou do meu jeito te dou respaldo e carinho Mulher séria e de respeito alegra em qualquer ranchinho Caso contrário, eu te juro prefiro ficar sozinho Se te agradou ajunta as trouxas que eu já te mostro o caminho