Jeremias 18:6 (Barro Nas Mãos do Oleiro)

Testo di Jeremias 18:6 (Barro Nas Mãos do Oleiro)

AlbumJesus
Anno2026
Lingua originalePortoghese
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Coordinate del testo

Testo originale

PT
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18
Chego em silêncio, cansado da guerra O peso do mundo ainda preso em mim Minhas mãos vazias contam minha história De quedas, escolhas e noites sem fim Tentei ser forte do meu próprio jeito Usei sorrisos pra esconder a dor Fiz promessas que não consegui sustentar Me perdi tentando ser quem não sou Entre erros que o tempo não apaga E caminhos que não levam pra casa Descobri que sozinho eu não sei me refazer Meu orgulho rachou Minha fé quase acaba Se ainda existe esperança em mim Ela não vem de onde eu estou Se ainda existe um amanhã É porque Tu não desistiu de quem eu sou Então me leva a casa do oleiro Me refaz por dentro e por fora Quebra o que for preciso quebrar Mas não me deixa do jeito que eu estou agora Eu sou barro cansado, rachado, imperfeito Mas ainda Te pertenço, Senhor Se é no silêncio da roda que nasce a vida Então me leva a casa do oleiro Então eu me rendo ao Teu amor Cresci ouvindo que fraqueza é pecado Aprendi a engolir o choro calado Mas por dentro a alma grita socorro Enquanto eu finjo que tá tudo controlado Vi amigos caírem, vi sonhos morrerem Vi a fé virar só tradição E no meio do caos eu entendi Ou eu volto pro oleiro, ou será o meu fim Não é castigo, é processo Não é o fim, é reconstrução O que parece ruína aos meus olhos É só Tu moldando um novo coração Então me leva a casa do oleiro Me refaz por dentro e por fora Quebra o que for preciso quebrar Mas não me deixa do jeito que eu estou agora Eu sou barro cansado, rachado, imperfeito Mas ainda Te pertenço, Senhor Se é no silêncio da roda que nasce a vida Então me leva a casa do oleiro Então eu me rendo ao Teu amor Então me leva a casa do oleiro Me refaz por dentro e por fora Quebra o que for preciso quebrar Mas não me deixa do jeito que eu estou agora Eu sou barro cansado, rachado, imperfeito Mas ainda Te pertenço, Senhor Se é no silêncio da roda que nasce a vida Então me leva a casa do oleiro Então eu me rendo ao Teu amor Me quebra Me molda Me chama de volta Se for pra nascer de novo Que seja nas Tuas mãos o Pai Quando todos vão embora, Tu permaneces Quando o mundo cai, Tu ainda és Deus Antes do juízo, vem o chamado Antes do fim Vem o arrependimento Ainda há barro Ainda há fôlego Ainda há tempo de voltar Então me leva a casa do oleiro Me refaz por dentro e por fora Quebra o que for preciso quebrar Mas não me deixa do jeito que eu estou agora Eu sou barro cansado, rachado, imperfeito Mas ainda Te pertenço, Senhor Se é no silêncio da roda que nasce a vida Então me leva a casa do oleiro Então eu me rendo ao Teu amor Então me leva a casa do oleiro Me refaz por dentro e por fora Quebra o que for preciso quebrar Mas não me deixa do jeito que eu estou agora Eu sou barro cansado, rachado, imperfeito Mas ainda Te pertenço, Senhor Se é no silêncio da roda que nasce a vida Então me leva a casa do oleiro Então eu me rendo ao Teu amor Aqui estou Sem máscaras Só barro Nas mãos do Oleiro