Mistico dos Galpões

Testo di Mistico dos Galpões

GenereRegional
Durata4:02
Lingua originalePortoghese
Visualizzazioni770
Coordinate del testo

Testo originale

PT
Traduzione non ancora disponibile. Mostriamo il testo originale.
18
Mate grande fogo aceso no interior do galpão Pensamentos que se vão nostálgicos e dolentes Com aparições freqüentes, entre imagens e silvidos Trazendo aos olhos e ouvidos as coisas que estão ausentes Armas brasões e bandeiras tudo fica retratado São fantasmas do passado que vivo ainda permanece Sumindo quando amanhece por entre as serrações Voltando a noite aos galpões pra que o ritual recomece Voltando a noite aos galpões pra que o ritual recomece Parecem sair do fogo se fundindo com a fumaça Passagens da nossa raça se espalhando no galpão Constante transformação vão se mudando as figuras Pintando a imaginação tendo a pampa por moldura São portas que se escancaram luzeiros sem lamparinas Bruxas trançando crinas da potrada caborteira Do litoral a fronteira se espalhando nas fazendas Causos, contos e lendas e o medo da sexta-feira Ao tronco largo dos anos mais de um século passou A história continuou antes, durante e após Nos tios, nos pais e avós, em cada quarto de lua Porque a história continua e quem muda somos nós Porque a história continua e quem muda somos nós Parecem sair do fogo se fundindo com a fumaça Passagens da nossa raça se espalhando no galpão Constante transformação vão se mudando as figuras Pintando a imaginação tendo a pampa por moldura