Vila Do Sossêgo

Testo di Vila Do Sossêgo

Anno2002
Durata2:54
Lingua originalePortoghese
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Coordinate del testo

Testo originale

PT
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Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam Nos seus papiros, papillon já me dizia Que na tortura toda carne se trai E normalmente, comumente, fatalmente, Felizmente, displiscentemente O nervo se contrai, com precisío Nos aviões que vomitavam paraquedas Nas casa matas, caso vivas, caso morras E dos delírios meus grilos temer O casamento, rompimento, sacramento, Documento, como um passatempo Quero mais te ver, com aflição Meu treponema não é líquido nem viscoso Os meus gametas se agrupam no meu som E as querubinas, meninas, rever O compromisso, submisso, rebuliço No cortiço, chama o padre ciço Para me benzer, com devoção