Vertigem da Liberdade

Testo di Vertigem da Liberdade

GenereMetal
Lingua originalePortoghese
Coordinate del testo

Testo originale

PT
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Eu paro na beira, isso aqui não é ponte, é vão Mil portas abertas e nenhuma tem plano Toda escolha que eu adio já é uma escolha feita O corpo trava mas o relógio não espera Não é medo de cair, é medo de poder Encarar o abismo e saber que eu posso escolher Ninguém vem segurar minha mão no degrau A vertigem não é queda, é ver que eu posso ser qualquer mal É a angústia de tudo que eu ainda não sou É o chão que desaparece quando eu percebo que eu vou Não tem corda, não tem rede, não tem santo de plantão Só o salto e o silêncio da minha decisão Vertigem da liberdade o vazio que me chama Vertigem da liberdade cada escolha vira chama Não é o abismo que me assusta É saber que eu posso saltar Todo mundo quer resposta, eu só carrego a pergunta Um mapa rasgado, uma bússola muda Fingir certeza é o jeito mais fácil de fugir Mas o chão continua sumindo debaixo de mim Me ensinaram que liberdade é festa, é alívio Ninguém me disse que ela pesa como um edifício Sobre o peito, sobre a escolha, sobre o que eu vou virar Quanto mais eu posso tudo, mais eu tenho medo de andar É a angústia de tudo que eu ainda não sou É o chão que desaparece quando eu percebo que eu vou Não tem corda, não tem rede, não tem santo de plantão Só o salto e o silêncio da minha decisão Vertigem da liberdade o vazio que me chama Vertigem da liberdade cada escolha vira chama Não é o abismo que me assusta É saber que eu posso saltar Eu, posso, tudo E é isso, que, me, paralisa Ninguém, vem, escolher, por mim O salto é meu Se eu não pulo, alguém pula por mim E chama isso de destino, de sina, de fim Prefiro a vertigem a viver de joelho Prefiro o vazio a fingir que já escolhi certo Vertigem da liberdade o vazio que me chama Vertigem da liberdade cada escolha vira chama Não é o abismo que me assusta É saber que eu posso saltar Eu escolho, mesmo sem chão