Imigrante / Arrebita / As Pernas da Carolina / Minha Gente / Lisboa, Não Sejas Francesas / Lisboa Antiga / Uma Casa Portuguesa

Imigrante / Arrebita / As Pernas da Carolina / Minha Gente / Lisboa, Não Sejas Francesas / Lisboa Antiga / Uma Casa Portuguesa के बोल

एल्बमRoberto Leal Especial
वर्ष1984
शैलीBrega
मूल भाषापुर्तगाली
व्यूज़44
गीत निर्देशांक

मूल बोल

PT
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18
Tantos sonhos são desfeitos Uma mãe que afaga o peito Seu filho que vai partir Pra longe vai o imigrante Pra outra terra distante Outro caminho a seguir Mal ele sobe ao navio Ao coração da-lhe o frio Das saudades que já tem E olhando o lenço branco Que se agita vem-lhe o pranto E acena pra ninguém Nunca mais nunca mais Sua terra há de voltar Nunca mais nunca mais Sua terra há de voltar A pouco tempo chegaram Mas mil anos se passaram Dentro do seu coração Aos poucos o desgosto Deixou mazelas no rosto E calos na sua mão Mas manda cartas aos seus Dizendo graças a Deus Pelo destino que tem Feliz a mãe a recebe Jamais nas linhas percebe Que sofre como ninguém Nunca mais nunca mais Sua terra há de voltar Nunca mais nunca mais Sua terra há de voltar E depois de alguns anos De esperanças e de desenganos Pela fé foi que venceu Mas foi com tanta alegria Que ele viu chegar o dia De poder rever os seus Mas hoje há festa na aldeia A noite faz-se uma ceia Pra alguém que vai chegar Tanto tempo tão distante Vem de volta o imigrante Com o coração a cantar Nunca mais nunca mais Sua terra há de deixar E depois de alguns anos De esperanças e de desenganos Pela fé foi que venceu Mas foi com tanta alegria Que ele viu chegar o dia De poder rever os seus Mas hoje há festa na aldeia A noite faz-se uma ceia Pra alguém que vai chegar Tanto tempo tão distante Vem de volta o imigrante Com o coração a cantar Nunca mais nunca mais Sua terra há de deixar Nunca mais nunca mais Sua terra há de deixar Ai cachopa, se tu queres ser bonita Arrebita, arrebita, arrebita! Ai cachopa, se tu queres ser bonita Arrebita, arrebita, arrebita! Casei com uma Gabriela Por ela ter muita guita Agora minha espinhela Arrebita, arrebita, arrebita! Ai cachopa, se tu queres ser bonita Arrebita! Arrebita! Arrebita! Ai cachopa, se tu queres ser bonita Arrebita! Arrebita! Arrebita! Ai, as pernas da Carolina! Ai, ai, ai Não são grossas, nem são finas Ai, as pernas da Carolina! Ai, ai, ai Não são grossas, nem são finas Quando ela passar na rua, para o trânsito, há um grito Há passar a Carolina, até o guarda engole o apito Ai, as pernas da Carolina! Ai, ai, ai Não são grossas, nem são finas Ai, as pernas da Carolina! Ai, ai, ai Não são grossas, nem são finas Ó malhão, malhão que vida é a tua? Ó malhão, malhão que vida é a tua? Comer e beber, ai trrim-tim-tim Passear na rua Comer e beber, ai trrim-tim-tim Passear na rua Comer e beber, ai trrim-tim-tim Passear na rua O minha gente, estou chegando! Minha saudade por sorrisos, vou trocar! O minha gente, estou chegando! Fico contente, por aqui poder voltar! Lisboa, não sejas francesas Com toda certeza, não vais ser feliz Lisboa, que ideia daninha Vaidosa, alfacinha, casar com Paris Lisboa, tens cá namorados Que dizem, coitados, com as almas na voz Lisboa, não sejas francesa Tu és portuguesa, tu és só pra nós! Olhaí senhores, esta Lisboa d'outras eras Dos cinco réis, das esperas e das toiradas reais! Das festas, das seculares procissões Dos populares pregões matinais que já não voltam mais! Quatro paredes caiadas Um cheirinho a alecrim Um cacho d'uvas doiradas Duas rosas num jardim Um são José de azulejos Mais o Sol da primavera Uma promessa de beijos Dois braços à minha espera É uma casa portuguesa com certeza Lá é com certeza uma casa portuguesa! É uma casa portuguesa com certeza Lá é com certeza uma casa portuguesa!