Canção III

Paroles de Canção III

GenreMpb
Durée4:02
Langue originalePortugais
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Coordonnées des paroles

Paroles originales

PT
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18
A minha Casa é guardiã do meu corpo E protetora de todas minhas ardências. E transmuta em palavra Paixão e veemência E minha boca se faz fonte de prata Ainda que eu grite à Casa que só existo Para sorver a água da tua boca. A minha Casa, Dionísio, te lamenta E manda que eu te pergunte assim de frente: À uma mulher que canta ensolarada E que é sonora, múltipla, argonauta Por que recusas amor e permanência?