De Ponta Á Ponta

Paroles de De Ponta Á Ponta

Année2002
Durée3:28
Langue originalePortugais
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Paroles originales

PT
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Ao passo encabela no ventre fecundo Do pelo que manda a herança que tem E a brasina que ao largo de uma invernada Se apronta pra o parto no agosto que vem Ao quarto de lua que a prenha completa Despeja o terneiro sem ser partejada E a pampa renasce num berro sentido Que acorda distâncias pela madrugada O vento levanta a geada no campo E levanta o brasino coiceando a macega Se assombra do vulto do pala e o cavalo Assim por instinto de pronto se nega Na cura do umbigo e na capa da cama Se traça o destino que amargo se apronta Tristeza pra os olhos do homem campeiro É mais um terneiro a seguir ponta a ponta Se vão primaveras e outros brasinos Engordam no campo cumprindo sua sina Pra que o sol de maio clareie seus couros Mas na triste visagem de carnal pra cima O vento levanta a geada no campo E levanta o brasino no rumo que aponta Tristeza pra os olhos do homem campero É mais um terneiro a seguir ponta a ponta