Debruçado na porteira

Paroles de Debruçado na porteira

Année1991
Durée4:28
Langue originalePortugais
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Paroles originales

PT
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Dá até pena de se ver O seu vulto solitário Debruçado na porteira Apreciando o cenário do sertão Fecha os olhos solta a voz Cai a tarde na fazenda Não importa quem escute Muito menos quem entenda sua canção E canta pra aquele que criou os céus E canta pra aquele que fez o luar Como é bonito seu cantar Voz e versos pelo ar Poesia da alma Não tem fundo musical Só o silêncio e a sua voz Noutro tempo eram 10 cordas E um dedilhado veloz da viola Hoje lembra com saudade Daquele tempo que foi Pois os dedos da viola Puxam só o carro de boi Mas nem por isso deixa de cantar Parece até mais forte a sua voz E louva a Deus de coração Pela benção do sertão Pela chuva, o sol e a plantação E louva a Deus de coração Pela benção do sertão Pela chuva, o sol e a plantação Dá até pena de se ver O seu vulto solitário