Canoa do Tejo

Paroles de Canoa do Tejo

Année1992
GenreMpb
Durée3:56
Langue originalePortugais
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Coordonnées des paroles

Paroles originales

PT
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Canoa de vela erguida, Que vens do Cais da Ribeira, Gaivota que anda perdida, Sem encontrar companheira. O vento sopra nas fragas, O sol parece um morango, E o Tejo baila com as vagas, A ensaiar um fandango. Canoa, conheces bem, Quando há norte pela proa, Quantas docas tem Lisboa, E as muralhas que ela tem. Canoa, por onde vens? Se algum barco te abalroa, Nunca mais voltas ao cais, Nunca, nunca, nunca mais. Canoa, de vela panda, Que vens da boca da barra, E trazes na aragem branda, Gemidos de uma guitarra. Teu arrais prendeu a vela, E se adormeceu, deixá-lo, Agora, muita cautela, Não vá o mar acordá-lo. Canoa, conheces bem, Quando há norte pela proa, Quantas docas tem Lisboa, E as muralhas que ela tem. Canoa, por onde vens ? Se algum barco te abalroa, Nunca mais voltas ao cais, Nunca, nunca, nunca mais. Canoa, conheces bem, Quando há norte pela proa, Quantas docas tem Lisboa, E as muralhas que ela tem. Canoa, por onde vens ? Se algum barco te abalroa, Nunca mais voltas ao cais, Nunca, nunca, nunca mais.