Polímnia

Paroles de Polímnia

GenreFolk
Langue originalePortugais
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PT
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Era uma noite chuvosa a entoar Minha mente vagava sem achar Escritor sem inspiração é dor Lancei ao vazio um clamor Busquei inspiração ou caminho Apenas um pássaro sem ninho Nada tinha sabor ou forma Nada de rima ou trova Então um nome surgiu Uma estrela no céu se abriu Polímnia, musa ancestral Inspiração viva e angelical Caneta deitada sobre a mesa Olhar nublado pela tristeza Buscava uma palavra qualquer Uma letra não vinha sequer Presença que ordena e vibra Toda mente ela equilibra Faz sumir torpor e incerteza Palavras surgem com beleza Então um nome surgiu Uma estrela no céu se abriu Polímnia, musa ancestral Inspiração viva e angelical É centelha que inflama Fogo interno que ama Faz nascer em cada escritor Poemas e hinos de louvor Musa que é movimento Seja na alegria ou sofrimento Faz a caneta e a pena dançar E o coração se entregar a cantar Então um nome surgiu Uma estrela no céu se abriu Polímnia, musa ancestral Inspiração viva e angelical Nascem livros e canções divinas Notas encontram suas sinas Criadas para tocar a alma E o turbilhão interno acalma Ela vem para expressar O que o interior quer gritar O chamado das estrelas O girar das flores belas Então um nome surgiu Uma estrela no céu se abriu Polímnia, musa ancestral Inspiração viva e angelical Então um nome surgiu Uma estrela no céu se abriu Polímnia, musa ancestral Inspiração viva e angelical